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Um em cada 4 adultos é sedentarismo, diz Organização Mundial da Saúde

Publicado em 28/06/2018


OMS lança compromisso para diminuir falta de atividade física no mundo em 15% até 2030. Inatividade onera assistência em US$ 54 bilhões anuais, diz entidade.




Um em cada 4 adultos não pode ser considerado praticante de atividade física, diz a Organização Mundial de Saúde. Entre os adolescentes (11-17 anos), quatro em cada cinco são sedentários. Nos adultos, o sedentarismo está presente em 23% dos indivíduos; já nos mais jovens, esse índice é de 81% (a OMS tem critérios mais rígidos para a atividade física nos adolescentes; veja quadro).

Os dados sobre inatividade física foram apresentados pela Organização Mundial de Saúde nesta segunda-feira (4), juntamente com uma meta global: que países-membros da OMS se comprometam com a redução do sedentarismo em 10% até 2025 e em 15% até 2030.

A nova meta da entidade está atrelada a outros objetivos: a diminuição das taxas de doenças associadas ao sedentarismo. Pessoas que não praticam atividade física têm mais chance de desenvolver condições como infarto, AVC (Acidente Vascular Cerebral), câncer de mama e câncer colorrretal, por exemplo.

A atividade física também ajuda no controle do peso, contribui para a saúde mental e previne condições como a pressão alta.



OMS acredita que um maior compromisso com a diminuição dos níveis de sedentarismo
irá contribuir para a saúde global e uso mais otimizado de recursos
(Foto: Arek Socha / Pixabay)


O que é ser ativo para a OMS
- Para ser uma pessoa ativa, é necessário praticar 150 minutos de atividade física aeróbica moderada por semana

- Para os adolescentes, a recomendação é de 60 minutos de atividade moderada à intensa todos os dias
Fonte: WHO - Global Action Plan on Physical Activity (2018-2030)


Ainda, estima-se que o sedentarismo onere a assistência à saúde no mundo em US$ 54 bilhões anuais: 57% desse valor é pago pelo setor público e os outros US$ 14 bilhões são atribuíveis à perda de produtividade (quando pessoas começam a faltar ao trabalho por condições associadas ao sedentarismo, por exemplo).

"Apesar disso [dos benefícios da atividade física], o mundo está se tornando menos ativo. À medida que os países se desenvolvem do ponto de vista económico, os níveis de inatividade aumentam", aponta o relatório.

Estudos recentes apontam que o sedentarismo contribui para maiores níveis de glicose no organismo, além de aumentar o risco de mortalidade de modo geral.

A OMS acredita que metas de aumento de atividade física vão contribuir para que outras metas não diretamente associadas à saúde sejam atingidas. Entre elas estão o aumento da qualidade do ar, a conservação do meio ambiente, maior desempenho acadêmico e maior promoção da desigualdade.



As metas de 2030 da Organização Mundial de Saúde; atividade física agora é uma delas
(Foto: OMS)


A diretriz da OMS para redução do sedentarismo está apoiada em quatro ações:

1. Criar sociedades ativas: A promoção de uma mudança de paradigma em toda a sociedade, aumento o conhecimento sobre os benefícios da prática de atividade física.
2. Criar ambientes ativos: Criar ambientes que promovam a atividade física, como parques abertos a todos e seguros.
3. Criar pessoas ativas: Desenvolver programas em diversos contextos (trabalho, escola, etc) para mobilizar a atividade física.
4. Criar sistemas ativos: Mobilizar a ação política e lideranças, com a capacitação de profissionais.

Um em cada 4 adultos é sedentarismo, diz Organização Mundial da Saúde

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Fonte: g1.globo.com/bemestar

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